19 junho, 2011

É interessante como só espero por ti nestes momentos. Só espero pela normalidade que me trazes. As tuas palavras são ouro para os meus ouvidos,quase sempre. E portanto,não te posso deixar ir

24 comentários:

Emmeline disse...

oh que querido. mas ah, joana, querida querida joana, eu tambem me acho anormal as vezes por isso se calhar fugimos as duas à regra da normalidade.e que bem

ana moura disse...

nao digas nada querida joana. sorri só, é a sorrir que fazes a vida, e é a sorrir que encontras tudo o que procuras.

Anónimo disse...

é íficil deixar partir o que sustém a alma (...)
gosto! **
http://ruteritamaia.blogspot.com

stéfanie* disse...

nunca deixamos ir aqueles que mais nos são .

ines disse...

precisamos sempre, mas nem sempre nos damos conta disso.
oh que bela musica joaninha

Mariana Pereira disse...

É importante aceitar os caminhos que cada um segue.

Mariana Pereira disse...

Se não aceitarmos os dos outros, quem aceitará os nossos?

Mariana Pereira disse...

É verdade.

Anniee. disse...

amei amei amei *-*

Emmeline disse...

oh,es tao amavel

Mafalda disse...

Não o deixes, se não podes não o deixes, leva-o para perto de ti. Também queria não poder deixar alguém (ele) ir, era sinal que ainda podia escolher. Era sinal que alguém (ele) ainda estava por perto.

stéfanie* disse...

o que é nosso , sempre voltará a nós *-*

Mafalda disse...

Eu ainda tenho um bocadinho de esperança, sabes? Ainda tenho esperança que isto seja só mais uma despedida antes do tempo. Ainda tenho um bocadinho de esperança que isto seja só mais uma pessoa que se mete no caminho. Ainda tenho esperança que isto seja só mais uma maneira de nos mostrar que vamos ficar juntos. Ainda tenho esperança mas não quero. Ainda que cada vez menos. E a que vou tendo é ele que me vai metendo, sabes? É ele que volta a insistir em meter. Mas desta vez estou tão magoada que não a quero ter. Tenho sem querer. Quero muito investir em mim mas o que não sei é como deixar de investir nele. Ainda me preocupa tanto, eu ainda me preocupo tanto. Mas eu já percebi que não posso mudar o mundo e agora estou a perceber que não o posso mudar a ele. Cada coisa a seu tempo. Passou um mês, a ferida ainda está muito exposta. Mas já está para fazer duas semanas que não o vejo, duas semanas que ele não me vem ver e me beija. Ainda é tudo recente. Demasiado. Mas cada vez mais estou consciente de mim. Tenho feito progressos, tenho mesmo, e atrevo-me a dizê-lo mesmo que amanhã não saiba se já estarei novamente na companhia das lágrimas. Atrevo-me.
(desculpa o grande desabafo)

Esboços disse...

"Só espero pela normalidade que me trazes. " Não devias antes estar à espera de algo extraordinário? Mereces isso.
Um beijinho :)

Mafalda disse...

Passou-se apenas um mês. Já faz mais que me afastei, foi por volta do fim da segunda semana de Maio que me afastei mas ele só veio a deixar de me procurar no fim de Maio/começo de Junho. E depois fui eu a bater com a cara no chão e a procurar por ele. E eu só não queria que ele tivesse desistido de mim, só ele é que não podia, só ele é que me importava que não desistisse. E bolas, depois ele pareceu não querer desistir, houve uma altura que acreditei que ele não tinha desistido. Lá está a tal esperança. Mas há coisas que já não consigo entender. Ele passou pela "fase da raiva" e começou a fazer coisas que antes criticava, criticava muito e isso fez-me ter medo de sentir qualquer coisa por ele, porque ele deixou de ser aquilo que gostava passou a confundir-se com o que não gostava, foi um período muito nublado. Ainda é, sabes? Ainda é, ainda não encontrei o meu rumo ou o que fazer. Ele começou com outra pessoa, começou num espaço de um mês, no mesmo dia que me beijou, mas depois liga-me e liga-me e fica chateado por não atender. Agora disse-me que não me ia ligar nem atender mais porque eu não atendia e não sei o quê. Mas ele não pode querer ser dono de dois corações. Ele acha que nunca lhe vou conseguir fechar a porta, mas eu tenho de ser capaz, e tenho de parar de acreditar que ele também nunca me vai fechar a porta. Mas é difícil, ainda para mais isto já aconteceu antes, nós já estivemos com outras pessoas quando acabávamos, mas nunca foi isto, eu nunca me senti tão magoada. Deixei de querer tapar buracos, agora se é para sarar é para sarar. Isto anda complicado...
(obrigada, obrigada mesmo e desculpa mais uma vez*)

marta disse...

mal é favor jojo :(

carina, disse...

oh , lindo

Mónica Sampaio disse...

gosto muito.

Mafalda disse...

Eu tenho medo que ele encontre essa confiança, sabes? Tenho porque ainda tenho um bocadinho de esperança que ele volte. Ele nunca me quis fechar a porta e eu percebi isso numa das última conversas, ele fez por falta de coragem para permanecer. Estavamos numa fase menos boa mas eu nunca quis que ele pensasse que eu tinha desistido dele. Ele devia saber isso. Ele acha que estar comigo é um "perigo" as coisas voltam à tona e é muito isso. Quando estamos assim é um bocado: olhos que não veem coração que não sente, pelo menos para ele. Mas eu não posso esperar por ele, não posso porque eu não sei quando é que ele se vai aperceber (e se vai) das coisas. E eu não me tenho de preocupar com ele, mas só o queria ajudar nos exames, a seguir um caminho (ele este ano estave parado e agora nem se inscreveu nos exames nacionais, se não fizer outra vez na 2ª fase vai ficar o que, mais um ano parado?), eu queria estar la para o orientar, mas já não pertenço a ele. Tenho de meter na cabeça que as coisas podem não vir a mudar. Não posso fazer exemplo das vezes que ele já foi e veio e vice-versa.

carina, disse...

E apesar dos miminhos, era ele, mais que tudo. Obrigada mesmo querida <3

Mafalda disse...

Eu já estive pior Joana, eu sei. Hoje caíram-me umas lágrimas mas não foi de mal estar, foi de "raiva", porque eu lá atendi uma das chamadas dele e não era para nada, e não gostei do que fiz. Não gosto quando atendo, fico vulnerável.
Isso do caminho já acho complicado, ele é cabeça dura e conhecem-se há muito pouco tempo para haver de facto as preocupações que eu tenho. O tipo de conversas que a mãe dele já tinha comigo ou avó sobre este assunto, entendes? Além de que ela é mais nova, uns anos mais nova, não sente esta preocupação assim. E não quero falar muito sobre o que não sei, mas o irmão (ele tem um irmão gémeo e não era propriamente fã de algumas atitudes que eu tomei - mas não estes últimos 2 anos - foi realmente meu amigo, passou uns diazinhos comigo a tentar que eu erguesse a cabeça e a tentar compreender o próprio porque ele disse muitas vezes para não estragarmos o que tínhamos, muitas) disse que ela era muito para beber, fumar, noitadas e outras designações que prefiro não expor por aqui. Eu realmente não conheço mas as pessoas mudam e eu também comecei cedinho com o R.
Eu acho que nunca vou conseguir não me preocupar e vice-versa, vai ficar mais fácil mas vamos ser sempre muito reciprocos um com o outro. Agora embora o tente afastar é só para me proteger da situação. Mas quero muito conseguir ser amiga dele, quero mesmo, só não consigo ainda, pela proximidade dos acontecimentos. E depois vou acreditando que o amor é altruísta, quando se gosta deixa-se o outro ir. E também gosto muito de pensar que o é que nosso acaba por voltar, mas isto é encher-me com esperanças.

Mafalda disse...

Ele é muito influenciável, sempre o foi e sempre o disse. Sempre foi das coisas que menos gostei nele, ele conhecia uns amigos novos e cagava nos antigos, sempre foi muito disto. As duas por três apercebia-se e voltava. Está um bocado assim, começou a dar-se com uns amigos assim e conheceu outros através daqueles "menos bons" e ficou um bocado perdido. Os amigos que eu conheço melhor ficam com a indignação do costume. Mas lá está apesar destas mudanças bruscas ou aparentes eu ainda o conheço, ainda devo ser a pessoa que o melhor conhece (e vice versa).
E sim sempre foi um namorado ali às direitas foi. Sempre fomos um bocadinho inconstantes mas gostávamos de ser assim. Tivemos outras pessoas quando nos separávamos mas acabávamos por voltar. Nos últimos dois anos isso mudou um bocadinho. Eu agora podia ter feito como das outras vezes e estar com alguém, mas uma das coisas percebi nestas partidas e vindas era o egoísmo que era para com os outros, arrastávamos outras pessoas para este buraco. Não passava disso "tapar buracos".

Mafalda disse...

Não sei. Essa foi um bocadinho sempre a minha esperança, que isto fosse mais uma partida com regresso. Mas como eu já não o quero fazer vou admitir que ele também não e sabe onde se está a meter. Eu não vou ter sempre a porta aberta ao contrário do que ele pensa e diz. Eu desta vez estou a trabalhar para esquece-lo e não para "tapar o buraco".

Anónimo disse...

lindoooo :)
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