12 dezembro, 2010

se contassemos as vezes que supomos algo, e erramos. se contassemos as vezes que pensamos ser o centro de tudo, e não somos o centro de nada. se contassemos as vezes que deixamos de acreditar em nós, para acreditar nos outros. se contassemos as vezes que tudo o que deviamos ter aproveitado, fechámos os olhos. se contassemos as vezes que nos sentimos a girar por dentro, quando tudo cá fora permanece homogeneo... eu não ia acreditar